Uma edição que vale por 12. A publicação destaca análises anuais dos principais setores da pecuária brasileira.

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Inseminação Artificial

Hora de acreditar e tempo de melhorar

Aumento na demanda e aquecimento do mercado impulsionam investimentos no melhoramento genético do rebanho de corte

Ivaris Júnior [email protected]

A Inseminação Artificial (IA) no Brasil vem se expandindo fortemente nos últimos anos, o que espelha, na mesma proporção e velocidade, o melhoramento genético promovido nos rebanhos, tanto na produção de leite quanto de corte. Vários são os fatores combinados que explicam esse movimento. E vale repetir a tônica que “sem a devida compreensão do passado” – no caso, deste longo ano em que sobrevivemos – “não temos como pensar o futuro”, 2021. É o que se conclui do Index do 3º Trimestre de 2020 divulgado e interpretado, em novembro, por dirigentes da Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia). Em termos econômicos (micros e macros), o cenário atual é muito favorável, principalmente no gado de corte. Nos últimos anos, a demanda pela carne bovina brasileira é crescente e, de forma oportuna, o dólar se valorizou, estimulando muito as exportações do produto. Com esse forte aumento da procura – até porque, na pandemia do Coronavírus, o consumo interno per capita cresceu, apesar da queda de renda generalizada – a proteína vermelha registrou forte alta na gôndola, puxando para cima os preços da arroba do boi gordo e do bezerro de reposição. “Quando uma atividade é superavitária como, nesse momento, na bovinocultura de corte, o produtor se mostra mais receptivo a investimentos. Ele vê oportunidade para incrementar sua produção, melhorando todos os setores da fazenda. E a genética do rebanho é um deles, cada vez mais prioritário na visão do empreendedor. Não há nada com custo tão baixo (estimado em 2%) e resultados que perdurem como os decorrentes da inseminação artificial”, explica Carlos Vivacqua, executivo da Asbia.

Genética na ponta da lança

Ele estende a es...

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