A Granja do Ano – 36 anos da melhor prestação de informações e serviços ao profissional do campo.

Radiografia das principais atividades agrícolas, relação de instituições e empresas do agronegócio brasileiro.

Especial

ESPECIAL

O Brasil costuma gerar ou apresentar estatísticas desabonadoras. Independentemente de onde estas são extraídas: economia, PIB, qualidade de vida, segurança pública, saúde, mercado de trabalho e assim por diante. Por vezes, são realmente de assustar. O que também espanta, mas no sentido positivo do termo, são os feitos numéricos do agronegócio brasileiro. Basta analisar as conquistas relatadas nas reportagens que se seguem sobre os principais segmentos agrícolas e pecuários: o Brasil passou a maior produtor mundial de soja, produziu uma safra recorde de milho e assumiu a segunda posição entre os exportadores de algodão. Essas são apenas (algumas) vitórias de um ano agrícola para o seguinte. Pois o show do campo vem de muito em outros ambientes, como na produção de açúcar; carnes bovina, suína e de frango; café; e tabaco (a exemplo, maior exportador do produto há mais de um quarto de século). Todas essas proezas do campo promovem à Nação e aos cidadãos brasileiros renda, exportações, empregos, impostos e outras melhorias econômicas e sociais. Números – recursos – fundamentais para que os indicadores listados lá em cima não fossem ainda mais trágicos.

E as realidades, as histórias e as projeções de cada um desses segmentos, os mais relevantes da agropecuária brasileira, estão devidamente relatadas a seguir. Um trabalho árduo, profundo e fundamentado, elaborado pela equipe editorial d’A Granja e com apoio de Safras & Mercado. Cada segmento vive uma realidade, algumas um tanto difíceis, sobretudo os que dependem do comprometido consumo interno, freado pela morosa economia brasileira. E, nesse universo, três elementos mostram-se particularmente promissores: a demanda insaciável dos chineses (agora, ainda, suscitada pelo estrago da peste suína africana), a aproximação comercial entre os blocos Mercosul e União Europeia, e o teimoso impasse Estados Unidos x China. Essas circunstâncias estão estimulando bons negócios para alguns itens gerados nos campos brasileiros, sobretudo as carnes. A síntese do conteúdo a seguir é que o mundo pode se sentir bem à vontade para demandar produtos gerados pelo campo, porque jamais a agropecuária brasileira e seus personagens deixarão a desejar nas estatísticas.