A Granja do Ano – 36 anos da melhor prestação de informações e serviços ao profissional do campo.

Radiografia das principais atividades agrícolas, relação de instituições e empresas do agronegócio brasileiro.

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Vocação para o campo

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O Bradesco é o maior banco privado do agronegócio e oferece crédito, produtos e serviços ao produtor

A Granja do Ano — O que o Bradesco oferece ao produtor, independentemente do segmento agrícola em que atua e do seu tamanho?

Leandro Diniz — Maior banco privado do agronegócio, o Bradesco se destaca pela sua capilaridade de agências e pela vocação no campo. O Bradesco oferece ao produtor rural a mais completa solução de produtos e serviços direcionados ao agronegócio, onde podemos destacar as linhas de repasses do BNDES e o crédito rural para custeio, investimento e comercialização. Somos o único banco a possuir um site exclusivo do agronegócio, o www.bradescoagronegocio.com.br, além de um app com produtos, serviços e dicas direcionadas ao setor. Para manter a proximidade com o produtor rural, inauguramos, recentemente, as Plataformas do Agronegócio, que são estruturas físicas regionalizadas com especialistas no setor e que têm como objetivo prestar consultoria e dar apoio aos nossos clientes.

Qual é a relevância do agronegócio brasileiro nos negócios do Bradesco?

O agronegócio está no DNA do Bradesco, que, desde a sua inauguração, na cidade de Marília/ SP, apoiou e deu sustentação à expansão da cultura do café e cresceu no interior de São Paulo e do Paraná, acompanhando as famílias de agricultores. Hoje, honrando a tradição, o Bradesco tem a maior atuação no setor agrícola entre os bancos privados, com expectativa de crescimento de 12% para 2018. Igualmente, é o maior repassador de linhas de crédito rural e BNDES Agrícola, com R$ 23 bilhões em contratos vigentes.

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Leandro Diniz é diretor da área de Empréstimos e Financiamentos do Bradesco

Qual é o planejamento e quais são as perspectivas e os objetivos do Bradesco para o ano agrícola 2018/19?

Para o ano agrícola 2018/19, a previsão é de crescimento de 6% no volume de produção e a ampliação de fontes alternativas de recursos, tais como o Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e a Cédula de Produto Rural (CPR).

O que mais o senhor gostaria de destacar sobre a relação entre o Bradesco e a agricultura/o agricultor, o agronegócio brasileiro e o Brasil?

O banco trabalha para estar cada vez mais próximo do produtor rural e entender as suas necessidades. Para isso, o Bradesco vem promovendo encontros com produtores rurais em todo o País. São eventos realizados em ambientes de cooperativas, sindicatos e associações, voltados, exclusivamente, para a interação com o empresário do campo. Mais de 100 encontros já foram realizados. Com a participação de economistas e membros da diretoria executiva, a instituição tem apresentado um panorama dos negócios e das perspectivas para a economia rural, os caminhos para o seu desenvolvimento e os produtos criados para apoiar o sucesso do produtor. Mais de 7 mil integrantes da cadeia da agroindústria já participaram dessas reuniões, com excelente dinâmica de troca de experiências e conhecimentos. O Bradesco passou a integrar a Associação Rede ILPF, uma associação composta pelas empresas Embrapa, John Deere, Syngenta, Cocamar e Soesp. O objetivo dessa associação é divulgar e fomentar a ILPF, uma estratégia de produção agropecuária desenvolvida pela Embrapa que integra a lavoura, a pecuária e a floresta.