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Destaque 2018 Sementes de Milho CORTEVA

Destaque

Tecnologia adaptada a todas as condições

Por meio da marca Pioneer, a Corteva desenvolve híbridos de milho que atendam às principais demandas dos produtores, como tolerância a doenças e pragas

Nome da empresa: Corteva Agriscience, Divisão Agrícola da DowDuPont
Sede: São Paulo/SP
Unidades: 60 na América Latina
Número de funcionários: 2 mil na Unidade Comercial Brasil Paraguai

A Granja do Ano — Quais são as principais demandas dos produtores brasileiros quando falamos em sementes de milho?

Frederico Barreto — O produtor enfrenta vários desafios no seu negócio, tanto de mercado – como preços de commodity e de insumos, crédito e logística – quanto de ambiente – como adversidades climáticas, pressão de doenças e pragas. Isso faz com que ele procure cada vez mais produtos completos e estáveis. Traduzindo em produtos, significa que ele procura produtos tolerantes às principais doenças e pragas, que tenham um bom comportamento em situações de estresse hídrico e com alta produtividade. Informações técnicas de qualidade e acompanhamento são também uma demanda crescente.

Quais são as mais recentes novidades da empresa em milho para o mercado?

Para a safrinha de 2018/19, a Corteva Agriscience, Divisão Agrícola da DowDuPont, disponibiliza aos produtores dois novos híbridos de milho da marca Pioneer: o P3898 – um híbrido convencional de ciclo precoce que apresenta alto potencial produtivo e excelente adaptação a plantios na safrinha e que, além de tolerar muito bem as principais doenças da cultura no Brasil Central, se diferencia no mercado pela forte capacidade de se adaptar a ambientes de estresse hídrico – e o P3707VYH – de alto potencial produtivo e adaptação para plantio nas principais janelas de semeadura da safrinha, tolerando muito bem os ambientes mais secos e apresentando, também, boa resistência à mancha-branca, turcicum, ferrugem polissora e enfezamento, característica que o diferencia frente ao mercado. Estará disponível com a tecnologia Leptra de proteção contra insetos, associação das tecnologias Agrisure Viptera, YieldGard, Herculex I e LibertyLink. Haverá, ainda, a introdução de outros dois novos híbridos para a safrinha do Brasil Central que serão apresentados no mês de setembro de 2018. Já para o milho verão 2019, a empresa prepara o lançamento de uma nova linha de híbridos de milho de ciclos curtos para o Sul do Brasil, focando em potencial produtivo superior ao que o produtor encontra atualmente no mercado. São eles: P1225VYHR, hiperprecoce com CRM de 112; P2719VYH, superprecoce com CRM de 127; e P3016VYHR, híbrido precoce com CRM de 130. Todos possuem tecnologia Leptra de proteção contra as principais pragas.

Quais novidades a empresa projeta para o Brasil na safra 2018/19?

Para esses dois anos, a Divisão Agrícola da DowDuPont tem importantes realizações a cumprir: continuar lançando novos híbridos; entrar no mercado de sementes de sorgo granífero; introduzir seus revolucionários inoculantes para silagem, com uma tecnologia inédita para aumentar ainda mais a eficiência no processo de ensilagem de milho; e, por fim, lançar dez novas cultivares de soja com a tecnologia Intacta RR2 PRO, cobrindo todas as regiões produtoras do Brasil, que contarão com o suporte técnico e, no futuro, com o tratamento de sementes Dermacor.

De que formas a empresa trabalha para incentivar o produtor a adotar boas práticas que ajudem a prolongar o efeito das tecnologias?

A tecnologia Bt proporciona ao produtor uma diferente forma de ação no auxílio do controle de insetos-praga às culturas. Por ser uma tecnologia altamente específica, algumas práticas são recomendadas para a maior eficácia e aumento da durabilidade, tais como: dessecação antecipada da cultura anterior; uso de sementes certificadas; tratamento de sementes com princípios ativos inseticidas; adoção de áreas de refúgio estruturado de cultivares de mesmo ciclo sem a característica Bt; controle de plantas daninhas e voluntárias para eliminação de hospedeiros aos insetos-praga; e monitoramento de pragas na lavoura para determinação do momento adequado de controle químico, conjunto de práticas que são a base para o manejo de resistência de insetos a princípios ativos inseticidas.

Destaque

Frederico Barreto é líder de Marketing para Sementes da Corteva Agriscience, Divisão Agrícola da DowDuPont