A Granja do Ano – 34 anos da melhor prestação de informações e serviços ao profissional do campo.

Radiografia das principais atividades agrícolas, relação de instituições e empresas do agronegócio brasileiro.

Destaque 2017 Defensivos Agrícolas SYNGENTA

Destaque

Soluções para proteger a lavoura

Syngenta desenvolve tecnologias e serviços com foco em sustentabilidade, segurança e ganhos em eficiência a uma cadeia complexa e diversificada

Nome da empresa: Syngenta Proteção de Cultivos

Sede: São Paulo/SP

Número de funcionários no Brasil: cerca de 1,8 mil

Atuação mundial: mais de 90 países

Funcionários no mundo: 28 mil

A Granja do Ano — Quais são as inovações e os lançamentos mais recentes da Syngenta em produtos para a proteção de cultivos no Brasil?

Laercio Giampani — O FortenzaDuo é a mais recente solução da Syngenta em tratamento de sementes. É o principal lançamento da empresa em controle de pragas e tem um amplo espectro nesse quesito, que, aliado ao seu efeito residual prolongado, protege o estabelecimento da cultura e, consequentemente, viabiliza a maior expressão do potencial produtivo da lavoura. É o mais poderoso tratamento de sementes contra as principais pragas que ameaçam as lavouras de soja, milho e algodão, e pode render, em média, três sacas a mais por hectare em comparação com os resultados das demais tecnologias disponíveis no mercado.

A agricultura tropical apresenta a cada safra uma série de desafios ao produtor e à indústria. De que formas a Syngenta trabalha para entender essas demandas e apresentar soluções?

A Syngenta está presente nas principais regiões agrícolas brasileiras por meio de cinco centros de pesquisa e estações experimentais. Nos últimos anos investiu, em todo o mundo, aproximadamente US$ 1,4 bilhão em pesquisa e desenvolvimento. Conta com cerca de 1,8 mil profissionais no Brasil e está inserida em uma cadeia produtiva complexa e diversificada. Dessa forma, a Syngenta desenvolve soluções e tecnologias, com foco em sustentabilidade, segurança e ganhos em eficiência para os produtores.

A Syngenta mantém uma série de projetos que valorizam a sustentabilidade na agricultura. Como vem sendo a evolução desse trabalho na empresa?

Com objetivos muito bem definidos, o Plano de Agricultura Sustentável tem evoluído de maneira significativa para o cumprimento de ambiciosos compromissos assumidos pela empresa até 2020, que miram principalmente a construção de uma agricultura sustentável e o desenvolvimento das comunidades rurais. Só no Brasil, cerca de 260 mil agricultores, em uma área de quase 2 milhões de hectares, foram beneficiados pelo programa. Nosso contato com pequenos produtores ocorre principalmente através de nossas equipes de vendas, e tudo isso foi alcançado com projetos que sustentam o plano (Nucoffee Sustentia, por exemplo) e que buscam capacitar e aumentar a produtividade e a renda de pequenos agricultores de forma sustentável, com produtos, conhecimento técnico e treinamento, além de acesso a mercados. Esses projetos e essas parcerias da Syngenta preservaram 637 mil hectares de solo e fomentaram a biodiversidade em mais de 3,5 milhões de hectares no Brasil. No que se refere à recuperação de terras no País, merece destaque a parceria firmada entre a Syngenta e a The Nature Conservancy (TNC), que contribui anualmente para os números por meio do projeto Soja + Verde.

A Syngenta também tem como destaque o seu Programa de Produtividade Integrada (PIN). Quais são os objetivos dessa iniciativa e quais os principais resultados da última safra?

Destaque

Laercio Giampani é diretor-geral da Syngenta no Brasil

O PIN é uma oferta estruturada que combina soluções inovadoras e completas, com assistência agronômica de excelência e um histórico de resultados superiores comprovados. O programa foi criado com o objetivo de incentivar agricultores a alcançar novos patamares de produtividade a partir da aplicação de soluções e protocolos integrados nas culturas de soja, milho, trigo e café. E pelo terceiro ano consecutivo os resultados alcançados pelos participantes do PIN foram altamente significativos. Temos como exemplo a produtividade média dos três sojicultores mais bem colocados no programa, e que foi 89,5% maior que a média nacional, totalizando 108 sacas de soja por hectare.