A Granja do Ano – 34 anos da melhor prestação de informações e serviços ao profissional do campo.

Radiografia das principais atividades agrícolas, relação de instituições e empresas do agronegócio brasileiro.

Destaque 2017 Plataformas de Colheita GTS

Destaque

Colheita com mais qualidade

Além da capacidade de ampliar a produtividade no campo, plataformas da GTS têm como diferenciais a durabilidade e a simplicidade de operação

Nome da empresa: GTS do Brasil Ltda.

Sede: Lages/SC

Número de funcionários: 250

Linhas de produtos: sistematização de solo; manejo de solo; colheita; transporte; e armazenagem

A Granja do Ano — Quais são as principais qualidades das plataformas desenvolvidas pela GTS?

Assis Strasser — A GTS do Brasil nasceu no campo para o campo. Quando fundamos a empresa, meus irmãos e eu tínhamos em mente desenvolver soluções para problemas que encontrávamos no dia a dia do nosso trabalho na lavoura. Essa ideologia segue desde então. Priorizamos a diferenciação em nossos produtos, com base em durabilidade, produtividade e simplicidade. Acreditamos que essa união mantém nossos produtos em destaque e nos concede a honra de, junto com os agricultores, seguirmos produzindo o futuro. No caso das plataformas de colheita, tratamos esse produto como nosso “carro-chefe”. Foi o produto que nos instigou a criar a GTS, isso há 17 anos. Essa história foi sempre acompanhada de pesquisas, investimentos e testes de campo que nos permitem o desenvolvimento de plataformas mais leve, resistentes e simples de operar. Muitos clientes também contribuíram para chegarmos até aqui, com diversificação de nossos modelos. Hoje temos plataformas de ponta com componentes nobres, como o alumínio, desenvolvido especialmente para o produtor que procura destacar-se em produtividade, durabilidade e redução do tempo de colheita, assim como modelos mais simples, pequenos e ágeis.

E quais são os diferenciais de cada linha de equipamentos?

Além da linha de plataformas de milho, contamos com a linha de plataformas de corte Flexer que, assim como as plataformas de milho, visam atender diversos nichos. Os modelos partem de 25 pés na versão mais simples - a Flexer Prime, com chassi em aço carbono e um preço bastante atrativo para quem pretende atualizar colheitadeiras de classes IV, V e VI. Já nosso maior e mais completo modelo é a Flexer S, com até 50 pés de corte. Essa versão tem um pacote tecnológico com o que existe de melhor para plataformas de corte, chassi em alumínio e molinete tripartido.

Quais são as mais recentes inovações colocadas no mercado pela GTS?

Como de praxe, anualmente apresentamos novidades. Neste ano, um dos destaques é a nova linha de carretas graneleiras Waggon FloatSide, assim como o Terrus Ferttium e a Exattus. Durante a Expointer, vamos apresentar plataformas de milho com novas e modernas características. Acreditamos que, para o próximo ano, teremos novidades em nosso projeto de plataforma totalmente nova, a Futtur, que alia os componentes tecnológicos da X10 a um novo conceito de plataforma de milho. Provavelmente a Futtur será apresentada como conceito, ainda sem previsão para vendas.

E quais são os projetos da empresa para os próximos meses?

Com o término da ampliação fabril da matriz e a finalização da nova filial produtiva, investiremos nos próximos meses na inteligência projetual. Inclusive há oportunidade de globalizar a nossa metodologia de desenvolvimento e produção. Em parceria com engenheiros europeus, pretendemos desenvolver um polo de pesquisa e desenvolvimento dentro da Alemanha, que irá manter contato com nosso grupo de desenvolvimento aqui no Brasil, ambos com as botinas na terra trocando experiências e ideias para a internacionalização da marca GTS do Brasil, abrindo novas porteiras para o mercado global e melhorando os produtos fornecidos no Brasil.

Considerando o movimento do mercado e os resultados de exposições do setor, como você avalia o momento do mercado para máquinas e implementos agrícolas?

Seguimos em franco crescimento, então o momento é bastante positivo, temos batido recordes de produção e conquistamos novos mercados. A mecanização agrícola ainda tem muita margem de crescimento no Brasil. Temos uma frota de tratores e colheitadeiras considerada velha e com essa renovação, nós fabricantes de implementos, certamente teremos excelentes oportunidades.

Quais são as expectativas para o agronegócio brasileiro para 2018?

Destaque

Assis Strasser é diretorpresidente da GTS do Brasil

Todos os nossos investimentos andam lado a lado com o crescimento do agronegócio. Fizemos uma grande aposta no crescimento do setor e acreditamos que 2018 será o melhor dos últimos quatro anos. A ampliação de nossa capacidade fabril e a otimização dos processos são justamente para tentar colher o máximo possível dos frutos da safra 2018, não perdendo vendas por falta de capacidade produtiva.