Estudo aponta avelã geneticamente modificada como mais saudável e resistente

Utilizando a tecnologia CRISPR / Cas9 em uma árvore madura de avelã (Corylus mandshurica), os cientistas da Universidade Agrícola de Nanjing (NAU), demonstraram que a espécie possui muitos benefícios, devido às características de resistência a doenças que a cultivar apresentou. Essa descoberta é de extrema importância para o setor, pois irá facilitar a produção em menor tempo de avelãs de melhor qualidade e com maior teor de óleos saudáveis.

Os responsáveis pelo novo estudo, o Dr. Ying Li e o Dr. Yong-Zhi Yang, encontraram 764 genes envolvidos na biossíntese de óleo na avelã, sendo 96 ligados diretamente na biossíntese de ácido oleico, o que assegurou a maior qualidade na fruta geneticamente modificada. A planta chinesa também apresentou 38 genes relacionados à resposta ao estresse, o que significa uma maior adaptação e resistência às mudanças climáticas.

Sendo a quarta noz mais cultivada em todo o mundo, a fruta é bastante valiosa, pois o seu consumo reduz o risco de doenças cardiovasculares, assim como auxilia na melhora do humor e combate ao colesterol. Pensando na produção a nível global, a Costa do Marfim ocupa o primeiro lugar no ranking de maior produtor mundial, atingindo 41% do mercado global. Falando a nível nacional, o Brasil ocupa o sétimo lugar na produção do fruto.


Data: 30/04/2021
Fonte: Redação A Granja

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