O lugar do agro brasileiro na geoeconomia alimentar

A intensificação da procura mundial por comida, visto o crescimento da população, ampliou a demanda global por commodities agrícolas, assim como aumentou o potencial de conflitos por terras, água e mercados. E qual será o lugar do Brasil nessa nova realidade geopolítica global? O cientista político Guilherme Casarões, especialista em política externa brasileira e professor da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV/EAESP), procura responder esta questão na edição de novembro d'A Granja, em artigo exclusivo.

"A abundância de terras, recursos e potencial produtivo torna o Brasil um ator estratégico na geopolítica dos alimentos", esclarece. "É bem verdade que nossa vocação agroexportadora sempre colocou o País como um dos principais fornecedores de commodities do mundo. A diferença das últimas duas décadas é que conseguimos associar as capacidades do agronegócio a um ambicioso projeto político de afirmação do Brasil como potência relevante nas relações internacionais", acrescenta.

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Data: 13/11/2019
Fonte: A Granja

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