Manejo e retornos de solos arenosos do Mato Grosso

A edição de setembro d’A Granja veicula artigo que detalha uma pesquisa conjunta entre a Associação de Produtores de Soja e Milho do Mato Grosso (Aprosoja/MT) e a Fundação de Apoio à Pesquisa Agropecuária de Mato Grosso (Fundação MT) sobre o cultivo de soja em ambientes de textura média e arenosa.

No trabalho, por três anos foram conduzidos 82 protocolos de pesquisa, com destaque para projetos de rotação de culturas, calagem, manejo de nematoides e de nutrientes como potássio, enxofre, fósforo, etc. E uma das conclusões foi a seguinte: “É necessário sair do ciclo vicioso e trabalhar em um ciclo virtuoso, propiciando condições favoráveis ao estabelecimento de um bom sistema de produção. Uma das ferramentas para essa transição entre os ciclos, é a aplicação de um conceito de adubação de sistema”, destaca o autor do artigo Táimon Semler, pesquisador da Fundação MT.

E as conclusões foram além. “Quando a cobertura, no caso a braquiária ruziziensis (Urochloa ruziziensis), recebeu adubação nitrogenada e potássica, agregando maior produção de massa seca e aumento da ciclagem de nutrientes ao longo dos anos, com melhoria do sistema para o cultivo de soja na sequência”, descreve Semler. “Quando o potássio exportado pela cultura da soja é reposto e a adubação nitrogenada na braquiária é realizada de forma adequada, resultou em incremento médio de 28% de massa seca em relação ao tratamento sem adubação nitrogenada, e no mesmo trabalho, aplicando todos os nutrientes do sistema na cultura de cobertura não houve influência sobre a produtividade da soja”. É o caso da foto que ilustra este texto.

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Data: 19/09/2019
Fonte: A Granja

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