Integração lavoura-pecuária: as lições da experiência da pioneira no MT

A edição d'A Granja de fevereiro veicula na seção O Segredo de Quem Faz entrevista com o engenheiro agrônomo Juliano Antoniolli, gestor técnico da Fazenda Platina, de Santa Carmem/MT, empreendimento que investe em integração lavoura-pecuária desde 2000, o que faz da iniciativa uma pioneira na ILP no Mato Grosso. Antoniolli descreve como foi o começo da parceria boi-lavoura, as dificuldades numa época em que pouco se conhecia sobre o sistema, assim como funciona hoje e quais suas vantagens e benefícios técnicos e econômicos.

"Nos benefícios da integração lavoura-pecuária, principalmente na parte de solo, há essa barreira física formada pela braquiária depois de dessecada na implantação da agricultura, que evita perdas em veranicos, que vai propiciar uma proteção do solo contra a radiação solar, diminuir a temperatura e a perda por volatilidade de água, e que quando há chuvas vai evitar e erosão", descreve. "Na parte financeira, nas duas últimas safras batemos nossos recordes. Na safra 2016/17 fechamos com 64,17 sacas de soja por hectare e na 2017/18 foram 70,14 sacas/hectare. E em áreas em que sempre confinamos gado conseguimos uma produção de 21 arrobas por hectare em 100 dias, num custo diário mais barato que em confinamento, pois o volumoso é capim, dando 2% do peso vivo de ração no cocho a estes animais por dia".

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Data: 14/02/2019
Fonte: A Granja

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