Setor aprova Tereza Cristina como ministra da Agricultura

A escolha da deputada Tereza Cristina (DEM/MS) como ministra da Agricultura do Governo Jair Bolsonaro foi aprovada pelos representantes do agronegócio. O anúncio foi feito nesta quarta-feira, dia 7, quando o presidente eleito participou de reunião na Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), em Brasília.

Em nota, o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Normando Corral, disse que a parlamentar reúne todas as qualidades para ocupar o cargo. "É produtora rural, tem liderança no setor e preside a FPA. Consideramos a indicação muito positiva. Tem o total apoio do Sistema Famato".

Para a Sociedade Rural Brasileira (SRB), a indicação da deputada como ministra fortalecerá o agronegócio. “A deputada eleita pelo Mato Grosso do Sul tem ampla experiência no setor, tendo passado pelos cargos de Secretária de Agricultura e de Secretária de Governo do Estado, além de ter atuado como presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, quando avançou em temas extremamente relevantes para o setor. Certamente, no ministério poderá seguir os trabalhos iniciados pela FPA, principalmente em relação às necessárias reformas no âmbito da defesa sanitária, política agrícola e comércio internacional. Com amplo apoio no setor, o próximo governo ganhou um excelente quadro para construção das reformas necessárias ao Brasil”, diz a nota divulgada pela SRB.

A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul também comemorou a indicação. “A escolha de Bolsonaro não poderia ser mais assertiva, considerando que Tereza é conhecedora da realidade do agro brasileiro e uma defensora dos direitos dos produtores rurais”, destaca o presidente da federação, Mauricio Saito.

Tereza Cristina iniciou a vida profissional muito jovem. Depois da formação em Engenharia Agronômica pela Universidade Federal de Viçosa/MG, mudou-se para São Paulo, onde trabalhou em multinacionais do setor de alimentos. Um dos destaques dessa fase foi a introdução da raça Brangus no Brasil.

Retornando para o Mato Grosso do Sul, assumiu a administração dos negócios da família, onde segmentou os negócios e profissionalizou a gestão. Foi convidada a atuar nas diretorias da Famasul, da Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso do Sul (Aprosul), da associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul (Acrissul) e dos Sindicatos Rurais de Sonora, Terenos e Campo Grande. No Mato Grosso do Sul, também ocupou como gerente-executiva quatro secretarias: Desenvolvimento Agrário, Produção, Indústria, Comércio e Turismo, entre 2007 e 2014.

Data: 08/11/2018
Fonte: A Granja

Últimas notícias