Herbert & Marie Bartz

OS ÚLTIMOS ESCRITOS DE BARTZ – PARTE II (FINAL)

Herbert

Continuamos, nesta edição, o texto escrito por Bartz em dezembro de 2020. Bartz: “Mas agricultores da comunidade japonesa de Mauá da Serra/SP, em 1974, e um grupo de holandeses de Ponta Grossa/PR, em 1976, observaram minha performance. Aos japoneses constou o quase total controle da erosão nos seus solos inclinados, e eles já plantavam 95% de suas áreas em plantio direto em 1975. Os agricultores de Ponta Grossa, perfeccionistas que são, criticavam muito o controle falho das ervas daninhas, mas fundamos, em 1979, o Clube da Minhoca, e Franke Djikstra e Nonô Pereira visitaram Harry Young e Shirley Phillips nesse mesmo ano, dando um novo impulso ao plantio direto. O fato que, em 1976, fui convidado a integrar o Conselho Assessor da Embrapa, a pedido do então chefe do Centro de Pesquisa de Trigo, o visionário Dr. Ottoni Rosa, mais tarde famoso pelas inúmeras cultivares de trigo que foram geradas sob sua equipe, as BR. O pesquisador Werner Wünsche foi um dos primeiros pesquisadores, seguido por Dirceu Gassen, que, incondicionalmente, abraçaram a causa do plantio direto. Minha principal atenção estava concentrada na colaboração das “multis”, que desenvolveram os herbicidas das terceira geração, os “seletivos”. Com um amigo da Colônia Entre Rios em Guarapuava/PR, um Donauschwabe (Suábio do Danúbio), fabricamos um pulverizador automotriz com barra flexível de 25 metros utilizando o meu famoso Unimog, que eu, em 1974, já conseguia aplicar, com um tanque 48 hectares, em duas horas, com a tecnologia de ultrabaixo volume, 25 litros de calda por hectare na vegetação carregada de orvalho. A Jacto, cheia de entusiastas, copiou meu pulverizador e lançou a “Columbia”, em 1981, que se tornou um grande sucesso. Ness...

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