Glauber em Campo

É PRECISO PRIORIZAR O PRODUTOR NA VACINAÇÃO DA COVID-19

Glauber

Glauber Silveira

Após muito debate, politicagem e a morosidade brasileira, por unanimidade, os cinco diretores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovaram o uso emergencial da CoronaVac e da vacina de Oxford contra a Covid-19. A aprovação foi comemorada em todo o País, afinal, o mundo já estava realizando a vacinação, e, no Brasil, país no qual a doença avança exponencialmente, apenas o debate político prosperava. Felizmente agora podemos ficar ansiosos pela nossa vez de sermos vacinados, e não mais pela aprovação da vacina. Segundo a divulgação do Ministério da Saúde, o plano de vacinação inicial se dará em quatro etapas. Participarão da primeira fase trabalhadores da saúde, população idosa com mais de 75 anos, pessoas acima de 60 anos que vivem em instituição de longa permanência (asilos ou instituições psiquiátricas) e população indígena. Na segunda etapa, serão vacinadas as pessoas que têm entre 60 e 74 anos. A terceira fase irá abranger pacientes com comorbidades, como doenças renais crônicas e cardiovasculares. E o último grupo será de professores, forças de segurança e salvamento, funcionários do sistema prisional e população carcerária.

A grande questão é que não se sabe quanto tempo vai durar esta fase inicial, uma vez que a aprovação de novos lotes de vacinas precisa ser ainda autorizada. Há uma grande morosidade na vacinação e faltam equipamentos para a aplicação. E deve-se levar em conta, também, que as pessoas elegidas na fase inicial, que não são poucas, devem receber a segunda dose para o plano inicial estar concluído. Sendo assim, quando serão vacinados os produtores e trabalhadores da agropecuária? Durante toda a pandemia, a produção de alimentos f...

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