Soja

Uso suplementar e consciente do NITROGÊNIO

O nitrogênio via FBN pode suprir de 64% a 85% das necessidades das plantas de soja. Portanto, para ambientes de altas produtividades e genótipos de alta performance, é necessária a suplementação na semeadura e via foliar

Antonio Luiz Fancelli, da Fancelli & Associados Consultoria, ex-professor da Esalq/USP, integrante fundador do Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb)

A soja se destaca pela importância econômica no Brasil e no mundo, principalmente por se constituir em um produto rico em proteínas e óleo, favorecendo seu uso na alimentação humana e animal, na indústria e no setor de biocombustível. No Brasil, os ganhos crescentes de produtividade, aliados à evolução da produção e da área cultivada, sempre estiveram associados aos avanços científicos e à adoção de tecnologias inovadoras, principalmente após a criação do Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb).

Atual biotipo de planta

Nesse contexto, o reconhecimento das transformações genéticas e fisiológicas incorporadas ao biotipo atual da soja – representadas por (i) redução significativa do ciclo vital e da precocidade produtiva; (ii) redução da área foliar; (iii) redução do tamanho do sistema radicular; e (iv) maior sensibilidade a estresse, entre outras – implica necessidade do aperfeiçoamento das estratégias de manejo da lavoura, conforme já identificado nos sistemas de produção dos campeões do Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja, promovido pelo Cesb. Entre as estratégias diferenciais de manejo, merecem especial destaque: (i) a rotação de culturas; (ii) a reposição contínua de resíduos vegetais; (iii) a atenção à qualidade do solo – física, química e biológica; (iv) a distribuição correta de plantas; (v) a nutrição equilibrada; e (vi) o uso obrigatório de bactérias fixadoras simbióticas e de vida livre, nas sementes ou no sulco de semeadura.

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