Seed Point

O estratégico e eficiente TRATAMENTO DE SEMENTES

Método é a primeira e principal ação no controle das pragas iniciais do milho de segunda safra. E são muitas as vantagens

Ivenio Rubens de Oliveira, Marco Aurélio Guerra Pimentel, Simone Martins Mendes e Paulo Afonso Viana, pesquisadores da Embrapa Milho e Sorgo

Ao se implantar o manejo integrado de pragas na cultura do milho, o tratamento de sementes com inseticidas para o controle das pragas iniciais é a primeira e principal estratégia a ser utilizada. Isso se tornou uma verdade ainda maior com a concentração de plantio do milho no período de segunda safra (safrinha), o que ocorre geralmente em sucessão à soja. A cultura, por conter, comparativamente à soja, menor número de plantas por unidade de área, potencialmente é mais vulnerável ao ataque das pragas. Em termos de estratégias de manejo, levam- se em conta as pragas que atacam as sementes, as raízes em formação ou as plantas recém-emergidas. Aqui, merecem destaque as lagartas que atacam as plântulas – Agrotis ipsilon (lagarta-rosca), Elasmopaupos lignosellus (lagarta-elasmo) e, principalmente, Spodoptera frugiperda (lagarta-do-cartucho) –, que têm conrseguido com eficiência causar danos semelhantes aos das duas anteriores e permanecer causando outros danos durante todo o ciclo da cultura. Também aumentaram os problemas com insetos sugadores, com destaque para Dichelops sp. (percevejo-barriga-verde) e Euchistos heros (percevejo-marrom), que têm migrado da soja para as plântulas de milho, causando danos significativos. Recentemente, muita atenção tem sido direcionada à cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis). Ela não causa danos diretos, mas é vetor dos patógenos que causam as doenças enfezamentovermelho e enfezamento-pálido, além da virose-do-raiado-fino (risca), que vêm causando prejuízos em diversas regiões de plantio no Brasil.

Dificuldades de controle pós-plantio

Par...

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