Primeira Mão

5,26%

Foi o crescimento do PIB do agronegócio no primeiro semestre, ante o mesmo período de 2019. Foram seis meses consecutivos de expansão, segundo apurou o Cepea, da Esalq/USP, em parceria com a CNA. O índice é o maior desde o início da série, em 1995, e, conforme a instituição, “o excelente resultado reflete principalmente a volumosa safra de grãos, o bom ritmo de comercialização no mercado doméstico, o intenso desempenho das exportações e os elevados preços reais para diversos produtos do setor”.

Entre os segmentos, o único que recuou, no acumulado do período, foi o agroindustrial, mais afetado pela Covid-19. Já a agropecuária manteve-se em crescimento e, assim, impulsionou o PIB do agronegócio. O resultado da agricultura é consequência da combinação de preços e produção em alta, e a pecuária usufrui os efeitos dos preços elevados de boi gordo, ovos e suínos. Insumos e serviços também cresceram.

11 milhões

De toneladas deverá ser o incremento da safra de grãos 2019/20 sobre a anterior, ou 257,8 milhões de toneladas ante 246,8 milhões – +4,5%. A estimativa do 12º levantamento de safra de Conab, se confirmada (depende das segundas safras e de inverno), será recorde e consequência de dois incrementos: 4,2% na área e 0,30% na produtividade. Soja, com 120,9 milhões de toneladas (+5,1%), e milho, com 102,1 milhões (+2,1%), são produções recordes.

8,91 bilhões

Foi o valor exportado pelo agronegócio em agosto, 7,8% a mais que no mesmo mês de 2019 (+US$ 646,24 milhões), resultado baseado em vendas de soja em grão e açúcar. Apenas a oleaginosa representou US$ 2,21 bilhões (+25,1%), sendo que os portos chineses levaram quase 75% do total, US$ 1,65 bilhão. Já o embarque de açúcar foi 107% superior a agosto de 2019, ou US$ 960 milhões.

Smart Farm

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