Dia do Agrônomo

ENGENHEIRO-AGRÔNOMO 5.0: o novo profissional

Conhecimento de pessoas, relacionamento, networking, negócios, gestão, resultados, marketing, liderança e solucionador de gaps. E as exigências vão muito além

Engenheira-agrônoma pela Universidade Federal de Goiás Alessandra Decicino, pós-graduada e especialista em Gestão do Agronegócio pela Universidade Federal de Lavras/MG, consultora em agronegócios e palestrante

No Brasil, celebramos, em 12 de outubro, o Dia do Engenheiro -Agrônomo, data recentemente comemorada em âmbito mundial, no dia 13 de setembro. A profissão, que foi regulamentada no Brasil em 12 de outubro de 1933, apresenta no campo, nestes 87 anos, uma constante evolução no perfil, na atuação dos profissionais e em sua importância na cadeia do agronegócio. Nesse contexto, há uma série histórica de fatores sociais, culturais e econômicos que remete à evolução do profissional no campo, como, por exemplo, acompanhando o desenvolvimento da agropecuária que faz o Brasil ser, hoje, um dos grandes players do mercado mundial na produção de alimentos, energia e fibras. Nos relatos mais antigos, percebemos a presença quase que exclusiva dos agrônomos de campo dedicados no acompanhamento de lavouras, culturas, cultivos e criações, ajudando o homem do campo no dia a dia, de safra a safra, em sua maioria homens, por exemplo. Essa imagem do tradicional, hoje, é completamente diferente.

O campo se transformou, o agronegócio evoluiu e, hoje, há fábricas no campo a céu aberto! Com o advento das tecnologias, principalmente nos últimos 20 anos, a agropecuária mudou, e o profissional que atua na cadeia, ainda mais. O Brasil se tornou uma referência para outros países para pesquisa, inovação, crescimento de áreas, aumento de safras na mesma área, novos patamares de produtividades, um campo completamente disruptivo. E o profissional acompanhou toda essa mudança.

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