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UM SHOW EM CAMPO DO BÁSICO BEM-FEITO

Uma vitória nunca tem uma explicação única, seja no esporte ou na vida. Muitas são as razões que levam ao sucesso. E na agricultura não é diferente. Bem pelo contrário, muitas são as ações e as sortes (sobretudo a que desce das nuvens) para o êxito de uma lavoura – em produtividade e em rentabilidade. Portanto fica até complicado explicar, descrever por que alguns produtores conseguem colher 100, 118 sacas de soja em 10 mil metros quadrados enquanto a média brasileira é de 55 sacas no mesmo espaço. Os megaprodutivos mencionados são vencedores da edição 2019/2020 do Desafio de Máxima Produtividade do Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB), evento que, em 12 edições, se consolidou como referência, uma bússola para altas produtividades de soja.

A recente edição do Desafio atraiu mais de 5 mil produtores, e as justificativas das conquistas de cinco deles estão nesta edição: os campeões das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Norte/Nordeste, além do vencedor da categoria Irrigado. Assim como o campeão nacional, Laércio Dalla Vechia (paranaense e, portanto, também o primeiro da Região Sul), o entrevistado na seção O Segredo de Quem Faz. São muitos e detalhados os esclarecimentos e as interpretações para os sucessos deles, mas tudo o que é descrito resume-se ao que eles chamam de “básico bem-feito”, aquelas atitudes simples e caprichosas (e conhecidas de todos) com os solos e as plantas.

Nesse sentido, a edição veicula outras abordagens sobre a relevância das práticas simples com a natureza (leia-se, ambientes de lavoura): a importância da preservação das fontes de água e os efeitos positivos da diversificação de cultivos.

E tem mais: tratamento de sementes de soja, combate à ferrugem da oleaginosa e assim por diante.

Ótima leitura e parabéns aos inspiradores campeões do CESB.