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Contra as (más) surpresas das nuvens, a irrigação

A agricultura gaúcha tem vivido nesta safra de verão algo que não é novo no Estado – nem na vida de muitos agricultores, independentemente da região ou da atividade: perdas significativas e até generalizadas pela falta de água despejada pelas nuvens. Sim, quem nunca olhou para o céu e não amaldiçoou o chamado “tempo bom”, ou seja, aquele dia danosamente ensolarado. Pois esta edição aborda as possibilidades e os benefícios da irrigação, assim como as barreiras, as limitações e os custos da importante tecnologia. Não apenas para evitar a maior tragédia de quem cultiva lavouras a céu aberto (e seco), mas também as vantagens econômicas de se usar a água obtida artificialmente para turbinar a produtividade. Especialistas e produtores relatam que cultivar sob pivôs é bem, bem mais seguro.

A segurança é a proposta da irrigação, e as demais abordagens desta edição não ficam distante desse desejo de todos, justamente em um momento tão turbulento pelo qual passam o Brasil e o mundo. Para tanto, veiculamos um artigo detalhado sobre as vantagens técnicas do tráfego controlado nas lavouras, que evita muitas agressões ao solo e, por conseguinte, assegura mais produtividade. Em outras veiculações, a importância permanente da construção da fertilidade dos solos, o sorgo como alternativa promissora à safrinha e muito mais.

Até porque você – assim como nós e o nosso agronegócio – não pode parar! E esta é a campanha da revista A Granja em tempos de coronavírus: o agro não para.

Boa leitura! E não pare! O Brasil e o mundo precisam de nós!