Milho

Adubação NITROGENADA em milho & braquiária

No cultivo do cereal com a forrageira, seria, afinal, necessário aumentar a dose de nitrogênio?

Rodrigo Estevam Munhoz de Almeida, pesquisador da Embrapa Pesca e Aquicultura; Rodrigo Veras da Costa, pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo; e Leonardo José Motta Campos, pesquisador da Embrapa Soja

O consórcio de milho com braquiária é uma técnica muito utilizada no Brasil e visa estabelecer uma planta forrageira no mesmo período em que se cultivam grãos. Esse sistema de cultivo se encaixou muito bem no conceito do sistema de integração lavoura-pecuária (ILP), uma vez que é possível ter uma mesma área com agricultura no período das águas ou verão, e com produção de forragem para o gado na época da seca ou inverno, período em que falta forragem nas propriedades rurais. O capim cultivado em consórcio persiste na área durante a entressafra, trazendo inúmeros benefícios ao sistema de produção, entre os quais podem-se destacar a proteção do solo, a ciclagem de nutrientes, o aumento da matéria orgânica, a melhoria da fertilidade do solo, o aumento da biodiversidade microbiana do solo e a descompactação do solo pelo vigoroso e profundo sistema radicular.

Milho

Em comparação a diversas formas de implantação do consórcio de milho com braquiária, o capim absorveu, em média, 4,6% do fertilizante nitrogenado

Ao final da entressafra, a dessecação do capim forma palha de excelente qualidade para o sistema de plantio direto (SPD) da cultura agrícola da safra seguinte. Isso traz vários bene fícios: protege o solo da radiação solar e do superaquecimento da terra; reduz a evaporação da água do solo, favorecendo a germinação e a emergência das plantas; favorece também o estabelecimento dos agentes biológicos (a exemplo, bactérias e ...

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