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Inglês no currículo é obrigação também no agro

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Com a chegada e a evolução em novas tecnologias, maquinários, pesquisas e empresas multinacionais, o profissional da área precisa dominar o inglês técnico para operar máquinas, ler manuais, interpretar softwares, participar de reuniões com estrangeiros e assim por diante

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Rízia Prado, especialista em inglês no agronegócio da Greengo Inglês Agro

O inglês já deixou de ser apenas um diferencial no currículo e tornou-se uma obrigação. Atualmente, existem, no Brasil, mais de 4 mil escolas de idiomas, segundo levantamento da Associação Brasileira de Franquias (ABF) em conjunto com as dez principais franqueadoras no segmento. Em média, mais de 1 milhão de alunos se matriculam todos os anos nessas unidades, o que, em tese, poderia projetar o Brasil em um patamar acima da 41ª colocação de um ranking de 70 países que possuem domínio de um segundo idioma. Mas somente 5% da população brasileira fala uma segunda língua, e menos de 3% têm fluência em inglês – o que representa pouco mais de 1,3 milhão de pessoas.

Entretanto, mesmo com esse cenário de poucas pessoas falando a língua fluentemente no País, uma subdivisão começa a crescer neste setor como algo bastante valorizado no mercado: o inglês técnico. Assim, alguns setores, além do inglês tradicional, estão cobrando um nível da língua mais específico, em que os profissionais tenham uma maior afinidade com uma linguagem mais voltada para o segmento em que se atua. No Brasil, os setores que hoje mais exigem o inglês técnico são óleo e gás, bioenergia e agronegócio.

Quando se fala no agro...

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