O Segredo de Quem Faz

A principal atividade é a DIVERSIFICAÇÃO

Soja, milho, trigo, milheto, trigo-mourisco, crotalária, braquiária, aveia, uva niágara mesa, caqui rama forte e guimbo, tangerina piemonte, pastagem, eucalipto e mata nativa. Além de boi – “irrigado” – raças Nelore e Aberdeen. Em projeto, também, café, peixe e mais espécies frutíferas. Eis o que a Fazenda Maringá, em Cristalina/GO, produz. Um exemplo de diversificação de atividades agropecuárias, muitas sob pivô. Assim como é exemplo de integração familiar dos Sato, que envolve desde o avô até um primo do engenheiro-agrônomo Leandro Sato, passando por esposa, pai e madrasta. Nesta entrevista, o gerente--geral do empreendimento (função que exerce junto do pai) conta um pouco sobre como é administrar tantas e tão distintas frentes. “Entendemos que há vantagem econômica na diversificação, não só nesse ramo, mas como existe em qualquer outro. Porém há, também, um ponto de equilíbrio, no qual buscamos a maior eficiência em todas as atividades desenvolvidas dentro da propriedade”, lembra Sato.

Leandro Mariani Mittmann
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A Granja – Como foi e é hoje o envolvimento da família na atividade agrícola?

Leandro Sato – Há 35 anos, no ano de 1984, meu avô, Massagi Sato, veio do Oeste do Paraná, da cidade de Toledo, junto com meu pai, Marcelino. Antes disso, já havia trabalhado, além de Toledo, com agricultura no Norte do Mato Grosso e em Minas Gerais, na região de São Gotardo. Vieram e construíram a própria casa – que, hoje, é o nosso escritório –, sempre trabalhando com soja e milho. Com o tempo, foram comprando algumas áreas vizinhas, melhorando a estrutura da sede da fazenda e instalando os pivôs. Hoje, temos silos de armazenagem, secador de grãos, cantina, alojamentos, pivôs e represa própria. Estou trabalhando aqui há 11 anos, e, atualmente, minha esposa, Fernanda, é encarregada do escritório local (a...

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