Reportagem de Capa

Exportações: um promissor MUNDO a ser conquistado

Régis Ferreira, que produz diferentes feijões em Minas Gerais e na Bahia e os exporta para vários países: “Tendo produto para ofertar, o mercado é grande”

A agricultura brasileira – terceira maior exportadora do planeta – lidera ou está entre as principais vendedoras externas em diversos produtos, como soja, carnes, café, açúcar e outros. Mas também já é expressiva, e, sobretudo, o setor tem potencial e oportunidades em produtos que, hoje, não passam de nichos de mercado, como cafés especiais, feijões e pulses, frutas nativas, soja convencional e mais. A diversidade única da agropecuária brasileira – tanto do clima quanto dos perfis de produtores (de mini a mega) – constitui-se em possibilidades para atender aos atuais e novos mercados de alimentos que o mundo já necessita hoje e ainda vai demandar. Mas, afinal, o que é preciso fazer para não perder esse navio?

Leandro Mariani Mittmann
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O Brasil das exportações agrícolas que saltam aos olhos – seja pelos volumosos números embarcados ou pela posição entre os líderes no ranking global – também tem um mundo gigantesco e, sobretudo, promissor, a ser conquistado em produtos agropecuários paralelos, ou seja, que podem ser considerados nichos de mercado. A lista é extensa: feijão e pulses (leguminosas como o feijão-caupi), orgânicos, soja não transgênica, cafés especiais, frutas nativas, peixes amazônicos e muito, mas muito mais. Assim como são grandes as possibilidades de ampliar os atuais mercados e ainda conquistar novos. Mas também as exigências internacionais dos mais diferentes e específicos mercados para que sejam atendidos em suas pretensões e hábitos. O Brasil tem muita terra agrícola e agricultável, agricultores empreendedores e com know how, diversidade de climas para distintos cultivos e boa relação com a totalidade dos países, enquanto o mundo já tem ...

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