Agricultura Familiar

Tabaco + duas safras = DIVERSIFICAÇÃO que faz bem

Agricultura

Programa Milho, Feijão e Pastagens – iniciativa do SindiTabaco em parceria com a Afubra e os governos de Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná – agrega uma renda significativa aos produtores do tabaco

Uma prática eficiente de diversificação nas propriedades produtoras de tabaco é o cultivo de uma segunda safra anual, com o plantio de grãos e pastagem logo após a colheita do tabaco. Com isso, os produtores Fotos: SindiTabaco obtêm duas safras no ano, otimizando os recursos da propriedade e obtendo mais renda. Por isso, o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) mantém o Programa Milho, Feijão e Pastagens após a colheita do tabaco, realizado em parceria com os governos de Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e diversas entidades ligadas à agricultura. Segundo o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, o setor sempre apoiou a diversificação, porém observando se as iniciativas têm potencial para oferecer renda real aos produtores.

E o programa cumpre esse papel. Em atividade desde 1985, envolve produtores de tabaco de toda a Região Sul, incentivando o plantio de culturas subsequentes ao tabaco. Além da diversificação e da complementação de renda, outros benefícios são a proteção do solo e a interrupção do ciclo de proliferação de pragas, doenças e ervas daninhas. “Pesquisa recente demonstrou que 79% dos produtores de tabaco fazem algum tipo de rotação de culturas para reduzir a proliferação de pragas e ervas daninhas, e que cerca de 50% garante renda com outros produtos além do tabaco”, lembra Schünke.

Os dados mostram que a prática da safrinha subsequente ao tabaco realmente proporciona renda extra. Em 2018, o levantamen...

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