Sensoriamento

O SENSORIAMENTO remoto aplicado à agricultura

Sensoriamento

Os dados de sensores remotos podem ser obtidos a partir de plataformas como satélites, aeronaves, máquinas agrícolas e veículos aéreos não tripulados (drones), mais usados atualmente. E é uma ferramenta a ser utilizada em plantas, para entender seu desenvolvimento e manejá-las adequadamente, e em solos, a fim de que seus principais componentes sejam avaliados

Dr. Peterson Ricardo Fiorio, professor da Esalq/USP na Engenharia de Biossistemas nas áreas de Topografia, Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto, e engenheiro agrícola Me. Daniel Garbellini Duft, doutorando na Esalq/USP

Sensoriamento remoto, de forma simples, é o uso de sensores que possibilitam adquirir informações sobre alvos na superfície da terra sem interação direta. Comumente, entende-se como sensoriamento remoto o uso de imagens de satélite, mas isso pode ser um pouco mais amplo. As primeiras medições por sensoriamento remoto foram feitas por câmeras acopladas em balões. Hoje, os dados de sensores remotos podem ser obtidos a partir de diversas plataformas, como satélites, aeronaves, veículos aéreos não tripulados (VANTs), máquinas agrícolas, entre outras. O que vem tendo maior destaque nos últimos anos é o uso de VANTs, que também são conhecidos como drones ou aeronaves remotamente pilotadas (RPAs). Os VANTs possuem, como grande vantagem, a possibilidade de uma inspeção rápida e com autonomia, sem precisar de serviços por encomenda. Essa vantagem faz com que os produtores tenham como se antecipar em diversas situações na lavoura e evitar perdas. As categorias de sensoriamento remoto mais utilizadas são para planta e solo, os principais componentes que devem ser avaliados em uma produção agrícola. O solo precisa ser avaliado ...

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