Especial João Marchesan

As esperanças da INDÚSTRIA no novo Governo

Especial

O setor espera que o Brasil se organize para possibilitar a volta do crescimento (sustentado) da economia, com mais empregos e melhor renda. Para tanto, uma série de ações são necessárias, desde a reforma da Previdência à isonomia competitiva a outros países para ganhar espaços nos mercados nacional e internacional

João Marchesan, presidente do Conselho de Administração da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas (Abimaq)

O novo presidente da República herdou um país que cresce de forma insuficiente e que acumula entre desempregados, pessoas que desistiram de procurar emprego e trabalhadores em tempo parcial um contingente de quase 30 milhões de pessoas, ou seja, mais de um quarto da população economicamente ativa. Soma-se a esse quadro um Estado que gasta mais do que arrecada, o que se reflete em uma dívida pública crescente, que obriga a cortar investimentos com a consequente piora da infraestrutura, já claramente insuficiente, e que corta despesas essenciais ao funcionamento dos serviços públicos, que têm piorado de forma consistente.

Face a esse cenário, entendemos que o novo presidente, a par da obrigação de adotar providências para o equacionamento do déficit fiscal, deve tomar imediatamente as medidas emergenciais necessárias para criar empregos, privilegiando investimentos em obras de infraestrutura, que sejam de rápida implementação, e intensivos em mão de obra.

Uma vez encaminhados até meados do ano esses dois grandes problemas, o desafio do presidente será o de recuperar o crescimento sustentado, perdido desde a década de 1980, de forma que seja superior à média do crescimento mundial, para, assim, reduzir de forma contínua a distância entre o Brasil ...

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