Fitossanidade

O futuro (promissor) do controle BIOLÓGICO

Fitossanidade

O crescimento dos biocontroladores varia de 15% a 20% ao ano na agricultura brasileira e já é usado em 6 milhões de hectares. Entre as vantagens estão as possibilidades de atuarem em um alvo específico, não deixam resíduos, não afetam os polinizadores e conservam a biodiversidade

Antonio Batista Filho, Harumi Hojo, José Eduardo Marcondes de Almeida, Luís Garrigós Leite, Valmir Antonio Costa e Mário Eidi Sato, pesquisadores científicos do Instituto Biológico do Estado de São Paulo

Componente fundamental da natureza, o controle biológico (CB) abre espaço para uma agricultura mais saudável e sustentável. Tem como vantagens atuar em um alvo específico, não deixar resíduos, não afetar os polinizadores e conservar a biodiversidade. Pode ser definido como sendo o uso de inimigos naturais para diminuir a população de uma Apta praga ou, mais simplesmente, natureza controlando natureza. O Brasil concentra alguns dos maiores programas de controle biológico do mundo, envolvendo milhões de hectares, sendo o CB instrumento fundamental para integrar tecnologias na gestão de pragas e doenças. O crescimento dos biocontroladores gira em torno de 15% a 20% ao ano. O mercado de produtos orgânicos também impulsiona o uso do CB. Essa situação está levando as empresas a buscarem agentes de controle biológico, inclusive já tendo sido criada uma associação que congrega empresas nacionais e multinacionais.

Os fungos foram os primeiros agentes a serem aplicados no controle microbiano de insetos, com cerca de 80% das doenças causadas por esses patógenos. No Brasil, eles vêm sendo estudados há mais de 60 anos, sendo que, após 1964, com a aplicação em massa para o controle de cigarrinha-da-folha da cana-de- -açúc...

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