Biotecnologia

A BIOTECNOLOGIA ainda promete mais às lavouras

Biotecnologia

O conjunto de tecnologias conhecido por “New Breeding Techniques” (NBTs), ou Novas Técnicas de Melhoramento, permitirá introduzir ou revelar características de interesse de forma mais precisa e eficiente, e em diferentes culturas

Engenheiro-agrônomo Edivandro Seron, consultor da Associação Brasileira dos Produtores de Sementes de Soja (Abrass)

A biotecnologia pode ser definida como um conjunto de técnicas de manipulação de seres vivos ou parte destes para fins econômicos. Esse conceito amplo inclui técnicas que são utilizadas em grande escala na agricultura desde o início do século XX, como a cultura de tecidos, a fixação biológica de nitrogênio e o controle biológico de pragas. Mas o conceito inclui, também, técnicas modernas de modificação direta do DNA de uma planta ou de um organismo vivo qualquer, de forma a alterar precisamente as características desse organismo ou introduzir novas. A principal contribuição da biotecnologia à agricultura é a possibilidade de criar novas espécies a partir da transferência de genes entre duas outras distintas. Essa transferência visa ao desenvolvimento de uma planta com um atributo de interesse econômico, como é o caso das plantas resistentes a pragas.

Os organismos geneticamente modificados (OGMs) contribuem para a redução dos custos de produção, para a produção de alimentos com melhor qualidade e para o desenvolvimento de práticas menos agressivas ao meio ambiente. A biotecnologia é uma aplicação da ciência que exige tempo e recursos. Para que uma nova planta geneticamente modificada esteja disponível aos agricultores, são necessários, em média, 12 anos dedicados às pesquisas. Nesse período, aproximadamente US$ 140 milhões f...

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