Pesquisa e Desenvolvimento

Os “VALES DO SILÍCIO” da agricultura brasileira

Tecnologia

Assim como a região da Califórnia, Estados Unidos, que concentra diversas empresas de altíssima tecnologia, a agricultura brasileira também tem seus “vales do silício”. A exemplo, Piracicaba/SP, Goiás e a Região Oeste de Santa Catarina

Mauro Lopes, pesquisador da Fundação Getúlio Vargas (FGV), [email protected], e Ignez Lopes, chefe do Cento de Estudos Agrícolas da FGV

O termo Vale do Silício designa uma região com elevada densidade de empresas de alta tecnologia e pesquisas com semicondutores e ampla utilização em produtos eletrônicos e informática. As tecnologias pesquisadas desenvolvem circuitos integrados que usam o silício, destacando- se grandes empresas como a Intel. O local, no estado da Califórnia, Estados Unidos, começou a se desenvolver no ano de 1950, com o objetivo de gerar e fomentar inovações no campo científico e tecnológico. A maioria das empresas instaladas na região é do ramo da eletrônica, informática e componentes eletrônicos. O nome é utilizado como homenagem ao próprio silício, que é a matéria-prima básica e de fundamental importância na produção da maior parte dos circuitos e chips eletrônicos. Foi no “Vale” que foram criados os circuitos integrados baseados em silício, os microprocessadores e microcomputadores.

O Vale do Silício surgiu como um centro de inovações pela convergência de novos conhecimentos tecnológicos, um grande grupo de engenheiros qualificados e cientistas das principais universidades na área, o financiamento generoso de um mercado assegurado pelo Departamento de Defesa, o desenvolvimento de uma rede de empresas de capital de risco e, na fase inicial, a liderança institucional da Universidade de Stanford com o apoio da Marinha dos Estados Unido...

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