Reduzir a mortalidade de bezerros garante a saúde financeira da propriedade

Pouco tem se falado a respeito da taxa de mortalidade de bezerros no Brasil. Muitos pecuaristas e até pesquisadores mostram-se mais preocupados em emprenhar a vaca, pouco importando se o bezerro vai sobreviver ou não, resultando em prejuízos que passam despercebidos aos olhos do criador. “Dados de vários trabalhos e algumas estatísticas demonstram que a taxa de mortalidade neonatal decorrentes do manejo durante a parição está em torno de 5% a 7%, sendo realmente alta”, comprova Júlio Barcellos, médico-veterinário e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Barcellos levanta uma provocação sobre qual indústria tolera perder 5% da produção e quanto se gastou para produzir? “É um estrago enorme que precisa ser reduzido, e existem muitos caminhos para isso. Capacitar os colaboradores é uma das principais medidas. Não podemos aceitar que seja considerada irrelevante a morte de um bezerro que custou, no mínimo, R$ 500 e R$ 600 para ser produzido na maioria das fazendas de cria do País.”

Cuidados com as fêmeas

Aprofundando no assunto, o sistema de cria na pecuária de corte funciona como um cultivo agrícola, com épocas para semear, manejar e, o mais importante, colher. A vaca de cria passa por um período curto de reprodução, entre 60 e 90 dias, momento em que é realizado um alto investimento em infraestrutura e insumos. Todos os detalhes você encontra na "Matéria de Capa", edição de março da AG.

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Data: 15/03/2019
Fonte: Revista AG

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