Touro top 0,1% é destaque na AG de outubro

O melhoramento genético de bovinos no Brasil, em especial o da raça zebuína, passou por transformações importantes que ajudaram a carne brasileira a ser uma das mais exportadas em todo o mundo.
Até 30 anos atrás, a grande vitrine de reprodutores eram as pistas de exposição. Antes, tinha o intuito de levar ao limite o potencial produtivo dos animais, mais tarde tornou-se uma forma de agregar valor venal aos animais ditos de elite.
Com o surgimento dos programas de avaliação genética, sendo alguns, desde o início, já vinculados ao Certificado Especial de Identificação e Produção (Ceip), selo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) a programas que na chancela da pasta são realmente melhoradores, inaugurou-se uma nova era na pecuária brasileira.
A morfologia dia passagem aos, inicialmente complicados, números dos sumários de touros. As centrais de inseminação artificial, então, passariam a observar este mercado mais de perto até o ponto de trocarem a roseta de Grande Campeão pelas diferenças esperadas na progênie (dep) como fator decisório. Já não bastava ser robusto, ele precisava ser provado perante sua progênie.
Para tanto, passou-se a dar maior ênfase ao perímetro escrotal, peso à desmama, ao sobreano, mais tardiamente rendimento de carcaça e outra infinidade de características que hoje somam 35 apenas no sumário da Associação Nacional dos Criadores e Pesquisadores (ANCP), sucessora natural dos ensinamentos de Arnaldo Zancaner, pesquisador que trouxe o conceito de avaliação genética para o Brasil. Leia a íntegra na "Matéria de Capa" da AG.

Data: 05/10/2018
Fonte: Revista AG

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