Santo Capim

PASTAGENS IRRIGADAS (Parte 2)

Adilson de Paula Almeida Aguiar é zootecnista, investidor nas atividades de pecuária de corte e leite, professor de Forragicultura e Nutrição Animal e Consultor Associado da Consupec – Consultoria e Planejamento Pecuário Ltda.

Dando continuidade à série de artigos sobre pastagens irrigadas, após o registro de todas as informações e dados do projeto, e a apresentação de um diagnóstico e um projeto com viabilidades técnica e econômica da irrigação, passa-se para a etapa de execução.

Existem vários sistemas de irrigação, tais como os pivôs centrais e lineares, a aspersão convencional com tubos superficiais, a aspersão em malha, o canhão autopropelido, a irrigação por inundação, entre outros, mas os sistemas mais adotados com sucesso em pastagens no Brasil têm sido o pivô central (geralmente para áreas acima de 50 ha) e a aspersão em malha (geralmente para áreas menores que 50 ha).

O valor do investimento também varia com uma série de fatores, tais como: o sistema de irrigação em si, o ponto de captação de água, a distância para levar a água até o ponto no qual a irrigação será feita, se vai precisar instalar um sistema de energia trifásica ou não...

Se todos os fatores aqui discutidos forem favoráveis e o programa for bem executado, em sistemas de produção de carne, é possível o produtor já ter amortizado o investimento a partir do quarto até o sétimo ano após o início do funcionamento do sistema de irrigação.

mento do sistema de irrigação. É de extrema importância o esclarecimento a produtores e técnicos dos critérios para a escolha de uma espécie forrageira, critérios estes baseados cientificamente e validados tecnicamente em campo: (a) exigências climáticas; b) exigências em solo; c) comportamento frente a insetos, pragas e doenças; d) aceitabilidade pelos animais; e) distúrbios metabólicos causados aos animais; f) formas de plantio; g) formas d...

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