A Voz do Criador

Sem Fronteiras

Não há limites para produzir carne bovina competitiva e que satisfaça aos consumidores. O feito mais recente foi alcançado pela raça sintética Braford, que já conquista os criadores do Maranhão, em função de sua ótima adaptabilidade ao clima tropical.

O estado é uma nova fronteira agrícola e começa a buscar ferramentas para produzir mais gastando menos, e com melhor qualidade, claro. Mas se engana quem pensa que isso dispensa maiores investimentos. Para que o melhor gado atinja o melhor potencial produtivo, é necessário alimento à atura, ou seja, um pasto também de ótima qualidade.

Esses são os temas centrais de nossa “Matéria de Capa” e “Escolha do leitor”, respectivamente. Nessa última, em especial, uma grande novidade é trazida a nós: a pesquisa científica descobriu genes em algumas variedades de capim que manifestam resistência à temida cigarrinha-das-pastagens.

E não para por aí: Em “Leite”, o leitor da Revista AG terá acesso à mais informação diferenciada, pois conhecerá as melhores cultivares de pastagem para o sistema rotacionado, além de contar com um lembrete importante das alturas de entrada e saída do gado nos piquetes.

Tema quente, assim como também o é nossa “Entrevista do mês”, onde ouvimos, com exclusividade no Brasil, João Paulo Acelino, professor e pesquisador do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará. Ele é especialista em fisiologia do touro, investigando, entre outras questões, adaptabilidade, fertilidade e morfologia do espermatozoide, assunto pouco discutido no setor, mas que causa grande impacto econômico na propriedade.

Um tema muito interessante nesta edição, também, “Feno & Silagem” mostra todos os tipos de silagens que podem ser feitos a partir do milho. É equivocado pensar que se resume apenas à silagem de planta inteira ou grão úmido. Além dessas, existem outras três opções.

Bom alimento também exige bom “Manejo”, principalmente, em relação às vacas de cria. E às vezes “esse bom” nada mais é que retomar alguns conceitos básicos, que vêm sendo esquecidos. Isso é o que mostramos nesta edição.

Já outras vezes, o que faz a diferença na gestão do rebanho é a “Tecnologia”, onde mostramos uma revolução no relacionamento entre pecuaristas e frigoríficos, um aplicativo mobile que permite acompanhar o abate on-line dos animais, do romaneio à desossa. Essa é uma leitura imperdível.

Por fim, “Caprinovinocultura”, apresenta um grande incentivo para que os produtores possam regularizar a produção. Isso porque o Ministério da Agricultura instituiu uma política com o objetivo de padronizar processos, ampliar rebanhos e aprimorar a qualidade dos produtos fornecidos ao consumidor.

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Boa leitura!