Leguminosas

Leguminosas forrageiras tropicais

Leguminosas

Há estratégias para consorciações de curto e longo prazo. Cabe a cada pecuarista escolher o melhor para si

Lilian Elgalise Techio Pereira, Lucas da Rocha Carvalho e José Aparecido Donizeti Carlos*

No Brasil, as leguminosas ocupam ainda uma pequena parcela das áreas de pastagens cultivadas, o que se deve, claramente, aos insucessos ocorridos na década de 1970, marcados por erros na escolha da espécie e no manejo aplicado. Com o crescente apelo pela adoção de sistemas sustentáveis de produção, as leguminosas tornam-se importantes alternativas, dado os inúmeros benefícios de sua inclusão em sistemas agrícolas (melhoria em atributos químicos, físicos e biológicos do solo e na ciclagem de nutrientes, proteção ao solo, reduzindo o risco de erosão e lixiviação dos nutrientes, redução de custos com adubação nitrogenada, contribuindo, inclusive, para ambiência e bem-estar animal).

Embora a ampliação no uso de leguminosas ainda esbarre nas dificuldades em conhecer suas particularidades e reconhecer potencialidades de uso, diversas espécies possuem os requisitos requeridos para desenvolver sistemas mais produtivos e sustentáveis. Todavia, o sucesso no estabelecimento destas e a manutenção de sua persistência dependem do conhecimento de suas características de crescimento (morfologia) e de seus requerimentos de manejo.

Conhecendo as características das espécies e/ou cultivares e a distribuição da produção ao longo do ano, diversas modalidades de utilização podem ser implementadas na propriedade, dentre as quais destacam-se: utilização sob pastejo, em cultivo exclusivo ou consorciado; cultivo exclusivo ou consorciado para utilização estratégica como bancos de proteína ou legumineiras; utilização ...

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