Santo Capim

CORREÇÃO E ADUBAÇÃO DO SOLO DA PASTAGEM (Parte 1)

Santo

Adilson de Paula Almeida Aguiar é zootecnista, investidor nas atividades de pecuária de corte e leite, professor de Forragicultura e Nutrição Animal e Consultor Associado da Consupec - Consultoria e Planejamento Pecuário Ltda.

Nesta edição, completam-se dois anos desde que iniciei escrevendo os artigos na área de manejo da pastagem para a coluna Santo Capim, da Revista AG. Tudo o que foi abordado até agora eu considero dentro de um pacote que denomino de “tecnologias de processos e de baixo insumo“ – definindo: uma tecnologia de processo é aquela baseada na adoção de uma técnica ou de um procedimento técnico, tais como a escolha da espécie forrageira, o manejo do pastejo pelas alturas-alvo, a gestão da produção de forragem da propriedade, sem aumento de investimentos e de custos, enquanto uma tecnologia de baixo insumo implica em aumento de custos, mas estes são relativamente baixos e apresentam alta relação de benefício, tais como o controle de pragas e de plantas infestantes. Eu diria que a adoção daquelas tecnologias pode ser feita por qualquer tipo de produtor, pois são básicas. A adoção das mesmas possibilita um incremento no desempenho animal na ordem de 50% e na taxa de lotação de 100%, aumentando a produtividade da terra de pastagem em cerca de 200%.

Entretanto, cada vez se torna mais evidente a necessidade de se adotar tecnologias de alto insumo como base da intensificação dos sistemas de produção a pasto, incorporando as tecnologias de correção, adubação e irrigação do solo, as quais demandam altos investimentos e custos.

Para fertilidade do solo, é preciso adotar as boas práticas de manejo no uso de corretivos e fertilizantes (BPM). Os BPMs se constituem na aplicação em c...

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