Caindo na Braquiária

Sonhar de olhos abertos

Caindo

É início de 2019, o pecuarista continua firme no propósito de produzir mais a cada dia, sempre com a esperança de seu sustento vir de sua amada atividade.

Foi com esse espírito, num churrasco na casa do veterinário e grande amigo Ronaldo Barbeitos, na cidade de Teixeira de Freitas/BA, que começamos a descrever o cenário perfeito do campo, enumerando as principais demandas do nosso setor para que a produtividade aumentasse consideravelmente.

O autor do primeiro apontamento foi nosso anfitrião Ronaldo, o qual citou a aftosa como um dos grandes problemas que o País apresenta para não exportar ainda mais.

Nesse quesito, o Brasil tem feito a lição de casa. Recebeu, em 2018, o certificado internacional de zona livre de febre aftosa com vacinação, abrangendo os estados de Amapá, Roraima, partes do Amazonas e Pará. Com isso, o processo de implantação de zonas livres da doença alcança toda a extensão territorial brasileira, e o País torna-se livre da febre aftosa.

O próximo passo será a última etapa de erradicação, com ampliação da zona livre de febre aftosa sem vacinação, conforme prevê o Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA). Para isso, será fundamental fortalecer os Serviços Veterinários, a vigilância, a prevenção da doença e as parcerias público-privadas. A partir de maio de 2019, Acre e Rondônia, além de municípios do Amazonas e do Mato Grosso, iniciam a suspensão da vacinação. A previsão é que os produtores parem de vacinar o rebanho após maio de 2021 e que o País inteiro seja reconhecido pela OIE como País livre de aftosa sem vacinação até maio de 2023.

Outra não menos importante colocação feita por Edson Sobreiro – o Tim –, engenheiro de profissão sempre ligado no setor de carne atr...

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