Entrevista do Mês

Qualidade sem fronteiras

Entrevista

tamAngus ganha terreno de Norte a Sul, e até mesmo fora do Brasil. Com metas ambiciosas e investimento maciço no programa de certificação, até mesmo a dona de casa já reconhece o diferencial da raça. Veja mais nesta entrevista com o novo presidente da Associação Brasileira de Angus, Nivaldo Dzyekanski.

Adilson Rodrigues [email protected]

Revista AG – A comercialização de sêmen Angus superar a de Nelore foi um marco da ascensão da raça Angus na última década. Foi uma consequência natural da maior procura do consumidor por uma carne com qualidade melhor ou temos um conjunto de fatores agindo?

Nivaldo Dzyekanski – Os avanços observados na venda de sêmen Angus na última década são resultado de diversos fatores e muito trabalho. Pode-se dizer que o uso da genética Angus está consolidado no Brasil para aplicação em cruzamento industrial devido, sim, ao interesse do consumidor pela carne Angus. Contudo, a qualidade do que temos à mesa é apenas a consequência de um trabalho árduo de manejo e seleção genética que encontraram na Angus a fórmula mais produtiva para a pecuária nacional. Quando digo isso, não me refiro apenas à qualidade da carne, mas à produtividade que a Angus representa dentro das propriedades. Hoje, sabemos que a Angus é referência em maciez, suculência e sabor. O consumidor sabe que o selo do Programa Carne Angus Certificada chancela qualidade. Contudo, ao analisar a expansão do uso de genética Angus, é preciso compreender os ganhos que ela traz ao pecuarista dentro da porteira. Temos vantagens como maior precocidade dos rebanhos, e aqui refiro-me tanto à precocidade reprodutiva quanto à precocidade de terminação, dois fatores essenciais para e...

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