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BOIA FARTA, SUSTENTÁVEL E DE QUALIDADE SEMPRE

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Pesquisadores mostram que o consórcio capim-leguminosa gera aumento de produtividade, recupera pastagens degradadas e pode dispensar ou reduzir uso de proteinado

Erick Henrique [email protected]

Quando dizem que os produtores brasileiros são aqueles que mais contribuem para preservação do meio ambiente, não é papo para inglês ver, como diz a expressão popular. Uma nobre demonstração disso é a estratégia adotada pelos pecuaristas que implantam o consórcio gramíneas-leguminosas, o qual permite elevar a capacidade de suporte da área e o ganho de peso médio diário , inclusive na seca, período que os animais normalmente perdem peso.

Além do benefício ambiental, a engenheira-agrônoma da Embrapa Sudeste, de São Carlos/SP, Lívia Mendes de Castro, destaca, também, o benefício econômico, porque, em uma pesquisa realizada pela entidade, o consórcio brachiaria-feijão-guandu BRS Mandarim revela que a leguminosa incorpora nitrogênio ao sistema, melhorando a qualidade das forrageiras e recuperando pastagem degradada. Os estudos indicaram que a leguminosa possui status de adubo verde, uma vez que o resíduo de guandu não consumido pelo gado é roçado e depositado sobre a superfície das pastagens. Passa, então, a funcionar como adubação, disponibilizando mais de 200 kg/ha de nitrogênio ao pasto.

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A altura de pastejo da leguminosa guandu recomendada pela Embrapa é até 1,5 m, visto que os animais têm preferência em consumir as flores e as vagens que estão na ponteira

Entretanto, a engenheira-agrônoma salienta qu...

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