Abate Técnico

Excelência e militância na pecuária

Abate

Empresa tocantinense torna-se modelo na pecuária de corte verticalizada porteira adentro e luta para construir um mercado melhor porteira afora

Crescer dentro de uma atividade, muitas vezes, não significa somente fazer o melhor, mas militar em esferas maiores, por exemplo, trabalhando para empurrar à frente toda uma cadeia produtiva. É o que se conclui da trajetória recente da Agrojem, empresa tocantinense de José Eduardo Guimarães Motta, que atua na agricultura, armazenagem de grãos e bovinocultura de corte.

Especificamente na pecuária, em 18 de outubro, a Agrojem realizou mais um abate técnico, o segundo de sua assinatura. Seria apenas mais um entre tantos pelo País se não ponderássemos a estratégia de negócios sustentando a iniciativa. “Claro que um abate técnico desse porte é uma ferramenta para avaliarmos nosso trabalho de seleção genética e também do nosso manejo e nutrição, da desmama à recria e terminação em confinamento próprio. Mas, antes de tudo, queremos mostrar que animais com 57,5% de rendimento médio de carcaça, com boa cobertura de gordura e carne de qualidade, são mais rentáveis e permitirão, em um futuro próximo, um resultado ainda melhor no negócio pecuário”, explica Motta.

O segundo Abate Técnico Agrojem foi realizado dia 18 de outubro em Paraíso do Tocantins/ TO, cidade distante 70 quilômetros da capital Palmas, a Oeste. O Frigorífico Plenas se encarregou dos procedimentos, enquanto a Associação de Criadores de Nelore do Brasil (ACNB) chancelou a avaliação das carcaças. Foram 250 animais que passaram pela sala de abate e desmonte, acompanhados por olhos atentos de técnicos, pecuaristas e do secretário da Agricultura de Tocantins, Thiago Dourado.

Dos 250 bovinos, 88% apresentaram até qu...

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