Do Pasto ao Prato

TOURO NO CAMPO OU NO BOTIJÃO

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Fernando Velloso é médico-veterinário e sócio-proprietário da Assessoria Agropecuária FF Velloso & Dimas Rocha – www.assessoriaagropecuaria.com.br –

O tema não é novo. Muitos já escreveram sobre ele, inclusive eu, mas é época de entourar (ou inseminar), e o assunto monta natural ou inseminação está na agenda do dia. No Sul do Brasil, quando esta edição chegar aos assinantes, muitas vacas estarão inseminadas, entouradas ou sendo preparadas para tanto. Há defensores do touro, outros da inseminação e repasse com touros e até os mais hi- -techs, que buscam ou já trabalham no sistema “Touro Zero”. Vamos discutir esse tema, que não é novo, mas que se renova a cada primavera. Se toda generalização em política é precipitada, em produção animal não é muito diferente. Toda escolha tem suas vantagens e desvantagens.

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Benefícios “certos” da inseminação artificial

As seguintes vantagens certamente serão obtidas com o uso da inseminação, pois não são afetadas pela eficiência da técnica:

• Uso de raças adequadas aos cruzamentos definidos pela fazenda, sem a necessidade de possuir touros de diferentes raças no campo;

• Uso de touros geneticamente muito superiores à média das raças, propiciando melhoramento genético ao rebanho e incremento produtivo;

• Uso de touros especialistas para acasalamentos específicos (genética de facilidade de parto para novilhas 12 meses, genética que complementa individualmente cada matriz para acasalamentos dirigidos, especialmente importante em plantéis de selecionadores, produtores de touros etc.).

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