Na Varanda

Como orientar nossos filhos?

Na

Francisco Vila é economista e consultor internacional [email protected]

E leições sempre provocam emoções e reflexões. E, desta vez, emoções não faltam. No entanto, a imprevisibilidade relativamente à formação dos próximos governos federal e estaduais, bem como das casas legislativas, justifica a dedicação de algum tempo para refletir sobre o futuro além do horizonte dos próximos meses. Outro dia, recebi uma carta de um telespectador cujo assunto vai nessa direção. Gostaria de compartilhar essa correspondência com o amigo produtor. Trata-se de dúvidas que todos nós enfrentamos com nossos filhos ou netos.

“Fiquei muito impressionado com sua participação no programa (...) e gostaria de uma opinião. Sou engenheiro-agrônomo, especialista em nutrição de ruminantes e tenho minhas raízes fixadas no campo, pois sou bisneto, neto e filho de pecuarista, sendo assim, gostaria muito que minhas filhas também seguissem dentro da atividade que minha família tanto trabalhou e que ainda trabalho. Tenho duas filhas, novas ainda, com 11 e oito anos. Como o senhor acha que será a inserção da mulher nas atividades agrícolas e pecuárias no futuro?

Tento mostrar todos os dias para elas que as mulheres têm condições de gerir o agronegócio assim como os homens, porém sabemos que esse setor é um tanto quanto machista. Obrigado e parabéns pela reportagem.”

Respondi o seguinte: Obrigado pelos comentários. Relativamente ao complexo assunto das duas filhas, gostaria de colocar o seguinte, em forma bastante sucinta:

O agro – incluindo a maioria dos outros segmentos antes, depois e em torno da porteira – é o pilar central da economia brasileira. Ele sustentará a população e definirá o papel do Brasi...

Para ler a matéria completa faça Login
Caso não seja assinante da Revista AG, clique Aqui e Assine Agora!