Do Pasto ao Prato

TOURO DE CENTRAL OU AÇÕES DA PETROBRAS?

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Fernando Velloso é médico-veterinário e sócio-proprietário da Assessoria Agropecuária FF Velloso & Dimas Rocha – www.assessoriaagropecuaria.com.br –

O investimento (compra) em um touro de central é um assunto recorrente nas rodas que transito. Observo que é um tema que gera interesse, curiosidade e torna-se um negócio para alguns pecuaristas, investidores (urbanos) ou pecuaristas investidores. A maioria dos interessados pensa em diversificar investimentos por meio deste “ativo” chamado touro de central. Vamos discutir algumas questões para tentar compreender por que alguns acham que é uma opção tão interessante e rentável e outros dizem que é só barulho.

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O formato de negócio mais frequente é bem simples: um investidor compra um touro (pré-aprovado por alguma central), e a empresa cuida da produção do sêmen, distribuição e comercialização. O aporte inicial de recursos é do investidor, e o restante do trabalho é da central que contrata o touro. O proprietário do touro remunera-se com participação na venda de cada dose de sêmen, usualmente algo entre 10% a 20% do valor da dose, ou algo entre R$ 1,50 e R$ 3,00/ dose. Esses valores variam conforme o contrato entre as partes e o preço médio das doses do touro (R$ 15,00, R$ 20,00, R$ 30,00 etc.).

Como estimar ganhos?
O potencial de venda de doses por ano é que nos indicará a expectativa de remuneração do capital investido. É bastante comum touros de raças de corte que vendem entre 5 mil e 10 mil doses anuais. Alguns alcançam 20 mil a 30 mil doses. Poucos supera...

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