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Intercorte consolida etapa paraense

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Por meio de esforço conjunto entre Governo do Estado, Acripará e organizadores, a feira reuniu mais de 1.000 pecuaristas em Marabá

Adilson Rodrigues [email protected]

Apesar de ter sido a segunda vez da Intercorte no Pará, esta edição foi especial porque tudo nela foi novo, a começar pelo local, transferido para Marabá. Em 2017, ocorreu em Paragominas.

O local, o Centro de Convenções “Leonildo Borges Rocha”, localizado na Rodovia BR- 222, também é recente, inaugurado em 15 de dezembro de 2017.

A sugestão de Marabá para sediar a segunda edição paraense do evento também partiu da recém-criada Associação dos Criadores de Bovinos do Estado do Pará (Acripará) e contou com o apoio do Governo do Estado.

Nos dias 22 e 23 de maio, a grade técnica contemplou muitas novidades, a exemplo de uma forma de avaliação ainda desconhecida no gado zebu, batizada pelo seu criador, o médico- veterinário Hilário Ferreira de Oliveira, de Gafep Bull. Gafep é a sigla para Grupo de Avaliação por Fenótipo de Produção.

Por meio de avaliações visuais, touros e matrizes de campo são separados em quatro grupos distintos - G1, G2, G3 e G4. Animais classificados nos dois primeiros grupos são destinados à reposição do plantel.

Em G3, seria a fatia de animais para descarte e G4, as vacas fora dos padrões de altura e pureza racial, mas que possuem estrutura e habilidade materna ideais para o cruzamento industrial.

O método difere do EPMURAS adotado pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), porque não se apoia primariamente na relação entre altura de membros e profundidade de costelas.

O principal fator de descarte é a altura do indivíduo: de 1,42 a 1,47 m para vacas;...

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