Uma edição que vale por 12. A publicação destaca análises anuais dos principais setores da pecuária brasileira.

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Nutrição

No olho do furacão

Nutrição

Turbilhão de eventos nocivos à atividade pecuária abalou o setor de nutrição animal em 2017. Ainda assim, o mercado registrou tímido crescimento de 1,4%

Erick Henrique erick@revistaag.com.br

Um consagrado roteirista dos filmes de Hollywood jamais engendraria um script com um drama tão complexo e efervescente como o visto na pecuária brasileira em 2017. Dizem que devemos estar sempre esperançosos para o melhor, mas preparados para o pior. Essa foi claramente a tônica experimentada pelos produtores de carne e leite bovinos durante os exaustivos meses deste ano. É o que mostra o balanço divulgado pelo Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações), no qual a estimativa sobre os nove meses do ano (janeiro a setembro) revela a produção de 51,4 milhões de toneladas de rações em geral, um crescimento de 1,4% sobre a quantidade produzida no mesmo período de 2016.

No entanto, o mesmo período citado também esconde que a demanda de rações para o gado de corte sofreu retrocesso de quase 4% e alcançou pouco mais de 2 milhões de toneladas produzidas, principalmente por conta dos efeitos prejudiciais amplamente discutidos aqui no Guia do Criador, em especial a Operação Carne Fraca.

“A barbeiragem alastrou a desconfiança dos consumidores domésticos, sempre satisfeitos com a qualidade do produto bovino, e essa presunção de dúvida alcançou os tradicionais importadores, até então seguros com as auditorias realizadas nos sistemas de criação, processamento e transporte empregados na cadeia produtiva nacional. Igual mente, as expectativas de continuidade da reação iniciada em julho, por conta do agravamento no segundo giro do confinamento e o vigor na exportação da carne, permitem prever a produção de apro...

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