Uma edição que vale por 12. A publicação destaca análises anuais dos principais setores da pecuária brasileira.

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Brasil de A a Z

Leilão de touros

Será que devemos voltar um pouco às origens?

Brasil

William Koury Filho é zootecnista, mestre e doutor em Produção Animal, jurado de pista de Angus a Zebu e proprietário da Brasil com Z® – Zootecnia Tropical

Amigos pecuaristas, já estamos em dezembro, o final de ano se aproxima.

O clima continua apresentando mudanças, normal de acordo com ciclos vivenciados pelo planeta e mais perceptíveis em regiões específicas. Em boa parte da Região Centro-Oeste, as chuvas atrasaram, com isso, alguns clientes não tiveram volume suficiente para iniciar a estação de monta e podemos ter um comprometimento na produção do milho safrinha.

Produtores de touros, a prosa de hoje é séria. Vamos falar um pouco sobre o modelo atual dos leilões de reprodutores com um olhar crítico, buscando enxergar pontos positivos e negativos. Vamos ainda relembrar como as coisas aconteciam antigamente. Quem sabe o modelo antigo pode nos dar luz para soluções futuras. Claro que devemos andar para frente. Avaliações genéticas, evolução da suplementação, novos canais de comercialização como TV e Internet, estruturação de grandes leiloeiras e maior estabilidade da moeda brasileira fazem o cenário atual completamente diferente daquele vivenciado nas décadas de 1970, 80, 90 e até diferente do início do século XXI.

O ponto principal que gostaria de colocar é que os leilões de touros estão se distanciando do modelo praticado na pecuária comercial e se aproximando do modelo praticado na pecuária chamada de “elite” – o que parece não ser bom para a saúde financeira e sustentabilidade do segmento.

Ainda posso me recordar das histórias narradas por criadores de mais de 50 anos de estrada, como meu pai, que relatam as vendas de touros nos pavilhõ...

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