Uma edição que vale por 12. A publicação destaca análises anuais dos principais setores da pecuária brasileira.

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A Edição

A retomada da consolidação

O agronegócio brasileiro preparava-se para um grande boom quando chegou a crise econômica e freou o excelente ritmo da atividade. Em 2011, um novo susto se anuncia com a crise anunciada na União Europeia, inclusive com o enfraquecimento do euro. A boa notícia é que a agropecuária brasileira anda na contramão, com claros sinais da retomada do crescimento antes interrompido. Ao que tudo indica, 2012 deve começar muito bem para a pecuária, em especial.

O mercado de corte continua firme, apesar das tentativas de baixa dos frigoríficos. A demanda por carne bovina continua aquecida, e ainda palpada nas festas de fim de ano. Durante 2011, a arroba manteve-se acima do patamar de US$ 60, mas ainda menor que Argentina e Estados Unidos. No mercado doméstico, mais uma vez superou os R$ 100. Até o fechamento desta edição, São Paulo batia os R$ 105.

O problema foi a elevação dos custos de produção, que penalizou, principalmente, os confinamentos, que viram o preço dos grãos disparar. Por isso, o mote deste setor mais uma vez foi a gestão, surgida como proposta de solução para o aumento da produtividade e dos lucros.

No mercado externo, o Brasil continua como maior fornecedor de carne bovina do mundo. É um segmento que tenta se recuperar aos poucos. Apesar dos embargos em virtude do excesso de ivermectina detectado na carne brasileira e da “barreira comercial” imposta, agora, pela Rússia, o país recebeu mais pelo produto em 2011, um aumento de 24%.

Na pecuária leiteira, outro duro golpe, com a nova enxurrada de importações de lácteos, que obrigou os diplomatas brasileiros a reduzir cotas. Mesmo assim, o preço ao produtor apresentou margens interessantes; o percalço nesta atividade também foram os custos de produção, que se mantiveram bem próximos dos preços pagos ao produtor. Para dar pistas do que pode estar por vir, o Guia do Criador ouviu pesquisadores, consultores, especialistas e empresários, que se arriscam a traçar tendências para 2012, que podem ser vistas nas matérias setoriais presentes na primeira parte da publicação.

A segunda parte é o conteúdo convencional da Revista AG, com as colunas e as matérias técnicas de praxe. Destaque para os resultados do Touro de Ouro 2011, consolidando sua terceira edição. Não deixe de acompanhar também a relação das doenças economicamente importantes, bem como o calendário de vacinação, além do planejamento forrageiro para 2012, um conteúdo também exclusivo do Guia do Criador, com informações preciosas para um bom planejamento. Vale ressaltar o calendário da Dow Agrosciences para que os leitores já comecem a projetar o próximo ano.

Boa leitura!