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Radiografia das principais atividades agrícolas, relação de instituições e empresas do agronegócio brasileiro.

Destaques - Cooperativismo

O sentido real do cooperativismo

Destaques

A Coamo espera receitas de até R$ 14,7 bilhões em 2018, resultado do trabalho árduo de mais de 28 mil associados de três estados

A Granja do Ano — O que o senhor destaca como principais conquistas da Coamo nos últimos meses, como resultados econômicos?

Aroldo Galassini — Tivemos, em 2017, um decréscimo no faturamento de 3,3% – de R$ 11,450 bilhões, em 2016, para R$ 11,007 bilhões em 2017. Os principais motivos foram os preços baixos (das commodities) e também porque o cooperado deixou de vender pelos preços baixos R$ 4,6 bilhões de soja, milho e trigo. Bem, em 2018, ele está vendendo. Então, temos um ano em que, apesar de politicamente ser um desastre, com esta corrupção toda aí, a previsão é de bons resultados e também de faturamento. Devemos crescer para R$ 14,5 bilhões a R$ 14,7 bilhões, um aumento de 30%. Mas está muito na dependência do cooperado vender, e ele está vendendo mais. Ele vendeu milho, soja e trigo com preços bem melhores que tinha vendido em 2017, e isso vai influir no faturamento (de 2018). O resultado é bom, se assemelha aos outros anos, não dá para reclamar. E o agronegócio está bom, com boas safras, e nós, da Coamo, estamos acompanhando o momento. Teremos um ano de aumento de faturamento e bons resultados. É claro que o cooperado tem que continuar vendendo para acontecer o que estou falando.

Como foi o ano agrícola 2017/18 dos associados da Coamo em relação à produção, à produtividade e à rentabilidade?

Na safra de soja, tivemos uma queda de 10%, em média, para o produtor. Mas recebemos 81 milhões de sacas de soja, um acréscimo de 3 milhões (sobre o ano anterior), porque os nossos cooperados “pa...

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