A Granja do Ano – 33 anos da melhor prestação de informações e serviços ao profissional do campo.

Radiografia das principais atividades agrícolas, relação de instituições e empresas do agronegócio brasileiro.

Especial Agropecuária

O HORIZONTE é o limite da nossa agricultura

Aonde vai parar a agricultura brasileira, com seus recordes de produção ano-agrícola após ano-agrícola? A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) sabe. Ou pelo menos espera: quer ver os produtores brasileiros ofertando 40% de toda a alimentação extra que a agricultura mundial precisará produzir em 2050, quando o planeta vai demandar 70% a mais de alimentos para atender à necessidade de 9,5 bilhões de habitantes (uns 2 bilhões de bocas a mais que atualmente). E tal nobre compromisso pode ser assumido com responsabilidade pelo Brasil? Pelo observado nas páginas a seguir, sim! O Brasil tem condições estruturais e humanas (leia-se empreendedorismo) para produzir muita comida. Só em grãos, na atual temporada há mais um recorde: em torno de 250 milhões de toneladas. E tem carnes, frutas, café, açúcar e muito mais.

A síntese do tamanho desse colosso em produção agrícola está na sequência, na 32ª edição de A Granja do Ano, o mais tradicional anuário da agropecuária brasileira. Estão contemplados nas dezenas de páginas os principais segmentos agrícolas. Porém, não apenas os seus feitos, também as dificuldades, os entraves, muito típicos de um País que não tem por hábito – ou por política pública – incentivar ou mesmo facilitar a vida do sistema produtivo. Ainda que muitas das circunstâncias por aqui sejam reflexo do que ocorre em outras regiões do mundo, já que o globalizado agronegócio brasileiro está sujeito a demandas e cotações definidas além de suas fronteiras. Independentemente do momento pelo qual passa algum segmento ou outro, é certo que o agronegócio brasileiro seguirá como se convencionou dizer como o “maior negócio do Brasil”. O limite da nossa agropecuária, portanto, é a sensação que se tem ao se olhar para o horizonte de uma lavoura: infinitude.


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