A Granja do Ano – 33 anos da melhor prestação de informações e serviços ao profissional do campo.

Radiografia das principais atividades agrícolas, relação de instituições e empresas do agronegócio brasileiro.

Destaques - Colheitadeiras

Desempenho que garante PRODUTIVIDADE

Máquinas da John Deere são projetadas para diminuir as perdas durante a colheita e assegurar a qualidade dos grãos


John Deere

• Sede: Escritório Regional América Latina – Indaiatuba/SP
• Fábricas no Brasil: Catalão/GO, Montenegro/RS, Horizontina/RS
e duas de equipamentos de construção em Indaiatuba/SP
• Número de funcionários: 4 mil


A Granja do Ano — Quais os principais diferenciais das máquinas de colheita da John Deere?

Rodrigo Bonato - A John Deere conta com um amplo portfólio de colheitadeiras e os principais diferenciais das máquinas são o desempenho nas mais variadas condições de colheita e a versatilidade, que faz com que o equipamento possa colher outras culturas com um simples ajuste. Outro ponto de destaque nos equipamentos destinados para a colheita é o já conhecido e revolucionário sistema de peneiras DF3, que permite uma operação com qualidade, mesmo em terrenos inclinados.

É um sistema simples, de baixo custo de manutenção e sem a necessidade de ajustes ou configurações complexas. O grande diferencial é a redução na perda de grãos, chegando até 70% sobre as peneiras autonivelantes existentes, com excelente qualidade, limpando-os melhor e separando-os dos resíduos sem danificá-los. Isso representa uma economia significativa: em uma propriedade de 300 hectares, por exemplo, é possível alcançar até quatro toneladas a menos de perda, o que gera um ganho adicional de R$ 3 mil reais por safra.

De que formas a empresa trabalha para estar sempre próxima ao produtor?

A John Deere busca estar conectada com o seu cliente para desenvolver todas as atividades necessárias para que a agricultura esteja cada vez mais preparada para os desafios futuros. Acreditamos que o caminho é oferecer muito mais que produtos, mas uma solução completa ao produtor e, por isso, temos uma estratégia amparada pela maior rede de concessionários do Brasil – pessoal que está em contato direto com os clientes. Orgulhamo-nos disso e por oferecermos um trabalho de pós-venda estruturado e de alta qualidade.

Quais são os principais destaques da John Deere este ano?

A tecnologia no agronegócio vem avançando muito nas últimas décadas. A John Deere investe US$ 4 milhões por dia em pesquisa e desenvolvimento, possibilitando apresentar novidades em áreas diversas, com serviços e equipamentos para todas as culturas e perfis de produtor. Temos diversos destaques, mas podemos citar a Série S de colheitadeiras, que traz o revolucionário sistema de peneiras DF3. Também podemos citar os tratores 6110E, 6125J, 6145J e 6180J, amplamente utilizados no segmento de pecuária. Em serviços, um dos grandes destaques é o JD Link, solução avançada de gerenciamento agrícola que tem como objetivo melhorar a gestão da propriedade de forma remota e em qualquer momento.

Como está a expectativa quanto ao mercado brasileiro, que este ano sofreu com a retração econômica?

O mercado está passando por momento de ajuste, que é um ajuste natural de mercado se comparado a períodos formidáveis, com picos “fora da curva”, como os que aconteceram em 2013 e 2014. Isso não acontece apenas no Brasil, mas em outros países também. É um ciclo que, aqui no Brasil, sem dúvida também reflete o complexo cenário macroeconômico como um todo. Ainda assim, consideramos o mercado nacional com níveis competitivos.

Os cenários de médio e longo prazos apontam para o Brasil como principal fornecedor mundial de alimentos para o mundo. Necessitaremos produzir cada vez mais, com tecnologias que permitam alta produtividade e eficiência no manejo ambiental. Portanto, os agricultores seguirão investindo em tecnologias. Não há outro caminho.

Essa visão está alinhada com uma visão da empresa que o ano de 2016 é o início de um novo ciclo ascendente, ou seja, de preparação para a retomada do crescimento. Tanto que fizemos investimentos importantes no Brasil no último ano: US$ 40 milhões na nacionalização dos tratores de grande porte da Série 8R, na fábrica de Montenegro/RS; US$ 13 milhões na ampliação do Centro de Distribuição de Peças, em Campinas/SP; e R$ 80 milhões na nacionalização dos tratores de esteira em Indaiatuba/SP. Investir e confiar é a melhor resposta que podemos dar ao momento de dificuldades.

Rodrigo Bonato é diretor de Vendas da John Deere