A Granja do Ano – 33 anos da melhor prestação de informações e serviços ao profissional do campo.

Radiografia das principais atividades agrícolas, relação de instituições e empresas do agronegócio brasileiro.

Especial

 

O Brasil agora (re) conhece o Brasil agrícola

Não tem mais como não saber: nestes tempos amargos para a economia (e política), o agronegócio é a pilastra-mestre que dá sustentação ao País e esperança aos seus cidadãos. Não é retórica, são os números que justificam tal conclusão. Um quarto do PIB brasileiro tem origem no campo, e sete dos principais produtos exportados são agropecuários – inclusive o líder, o complexo soja. E é o campo que tem gerado vagas de emprego desde que os demais segmentos da economia passaram a patinar – e demitir. Em meio a este cenário atual, a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) espera que o Brasil seja protagonista (ainda mais) na produção futura de alimentos, já que a população mundial vai seguir crescendo e, mais do que isso, exigindo alimentação de melhor qualidade.

As conclusões não provocam nenhuma surpresa a quem vive no e do campo, mas o incomum é que nos últimos tempos os feitos do agronegócio brasileiro têm conquistado manchetes da chamada imprensa não-agrícola. Sim, o agronegócio brasileiro virou notícia em muitos “jornais nacionais”. Tudo em razão da boa performance dos segmentos agrícolas e pecuários abordados nas páginas a seguir. O balanço aprofundado dos seus desempenhos e perspectivas mostra que existem problemas pontuais ou temporários, mas é certo e definitivo que o campo, e aquelas imagens bem produzidas de uma máquina operando contra o sol, seguida de um gráfico de design moderno exaltando a proeza de indicador, vão seguir na tela de sua TV. Não dá mais para alguém ignorar o que representa o agronegócio para o Brasil e para os brasileiros.